Novo Epic Games Launcher chega ao Linux: Fortnite vai funcionar?

A Epic Games lançou nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, uma versão Preview do novo Epic Games Launcher. Reconstruído com foco em velocidade e organização, o aplicativo ganhou uma interface redesenhada e, pela primeira vez, uma versão oficial para Linux. O anúncio também trouxe uma novidade aguardada pelos jogadores: a Epic está trabalhando para levar Fortnite ao Linux. Isso, porém, não significa que o jogo já esteja disponível no sistema. A nova versão pode ser baixada gratuitamente para Windows, macOS e distribuições Linux compatíveis. Como ainda está em testes, não oferece todos os recursos do aplicativo tradicional. Antes de instalar, vale entender o que mudou, quais jogos poderão funcionar e por que a própria Epic recomenda cautela para jogadores competitivos. O que mudou no novo Epic Games Launcher? O novo Epic Games Launcher não recebeu apenas uma atualização visual. Segundo a Epic, o aplicativo foi reconstruído sobre uma nova base tecnológica para melhorar a velocidade de inicialização, a navegação e a organização da biblioteca. Entre as novidades anunciadas estão: Inicialização mais rápida e menor consumo de recursos em segundo plano. Interface reorganizada, com acesso à loja, biblioteca e área de desenvolvimento. Barra superior personalizável, com atalhos para jogos e aplicativos. Biblioteca com coleções, filtros, pesquisa e diferentes modos de visualização. Páginas individuais dos jogos, com informações sobre atualizações e atividades recentes. Gerenciador de downloads com velocidades de leitura, gravação e transferência. Recursos de grupos e comunicação por voz. Suporte oficial a Linux. A proposta é tornar mais simples encontrar um jogo, acompanhar uma atualização e voltar rapidamente ao que você estava jogando. Entretanto, algumas funcionalidades da versão tradicional ainda não estão disponíveis. A Preview é uma etapa de desenvolvimento, não o lançamento definitivo. O novo Epic Games Launcher é realmente mais rápido? A Epic divulgou resultados de desempenho para demonstrar as melhorias. Em um dos testes apresentados pela empresa, o novo launcher levou 5,47 segundos para iniciar, enquanto o Steam registrou 10,07 segundos. A Epic também anuncia carregamento mais rápido de determinadas áreas da interface e da biblioteca. Esses números são interessantes, mas exigem contexto: eles fazem parte dos testes divulgados pela própria Epic e não representam uma garantia de desempenho em qualquer computador. O resultado pode variar conforme processador, SSD, aplicativos em segundo plano e condições de uso. Também não é possível concluir, apenas com esses números, que o novo launcher oferece uma experiência superior à do Steam em todos os aspectos. Velocidade de abertura é apenas um critério. Estabilidade, compatibilidade, recursos sociais e funcionamento dos jogos também importam. Para o usuário, o benefício mais concreto será percebido se o aplicativo realmente reduzir esperas sem comprometer as funções utilizadas diariamente. Epic Games Launcher agora funciona no Linux Uma das maiores mudanças é a chegada de uma versão nativa do Epic Games Launcher para Linux. Antes dessa novidade, usuários do sistema recorriam a ferramentas alternativas para acessar jogos e serviços da Epic Games Store. Agora, a própria Epic oferece um aplicativo oficial, embora ainda experimental. Quais distribuições Linux são compatíveis? A página oficial informa suporte às seguintes distribuições: Distribuição Versão mínima Ubuntu 22.04 LTS Fedora 43 Debian 12 Os requisitos básicos incluem arquitetura x86-64, processador de dois núcleos a 2 GHz ou superior, 4 GB de RAM e 2 GB de armazenamento disponível. Outras distribuições podem funcionar, mas não fazem parte da lista oficialmente testada e suportada pela Epic nesta Preview. Esses requisitos são do launcher, não dos jogos. Todos os jogos da Epic funcionarão no Linux? Não. O launcher funcionar no Linux não significa que toda a biblioteca da Epic Games Store passou a ser compatível com o sistema. Muitos jogos continuam oferecendo apenas versões para Windows. Alguns podem funcionar por meio de ferramentas de compatibilidade, como Wine ou Proton, enquanto outros podem apresentar falhas ou simplesmente não iniciar. Jogos multiplayer com sistemas antitrapaça exigem atenção especial. Por isso, antes de migrar do Windows, verifique individualmente os títulos que você utiliza. A chegada do launcher oficial facilita o acesso à plataforma, mas não elimina as limitações de compatibilidade do catálogo. Fortnite finalmente vai chegar ao Linux? A Epic confirmou que pretende disponibilizar Fortnite para Linux por meio do novo launcher. Entretanto, Fortnite ainda não está oficialmente disponível para Linux em 14 de outubro de 2026, e a empresa não anunciou uma data de lançamento. O principal obstáculo está relacionado às exigências de segurança do sistema antitrapaça utilizado pelo jogo. Para enfrentar essa limitação, a Epic está desenvolvendo o Easy Anti-Cheat Linux v2. O que é o Easy Anti-Cheat Linux v2? O Easy Anti-Cheat, conhecido como EAC, é uma tecnologia utilizada por jogos online para dificultar trapaças e proteger a integridade das partidas. O EAC já oferece suporte a determinados jogos no Linux, inclusive em cenários envolvendo Wine e Proton. A utilização desses recursos, porém, depende da implementação de cada desenvolvedor. Para Fortnite, a Epic considera necessário um nível de proteção mais rigoroso. A nova implementação pretende utilizar recursos de segurança do Linux, como: Secure Boot. TPM 2.0. Kernel e módulos assinados. Verificação da integridade da inicialização. Mecanismos adicionais de proteção e monitoramento do sistema. A Epic também trabalha com responsáveis por distribuições Linux para definir configurações compatíveis. Importante: esses são requisitos relacionados ao novo sistema antitrapaça, e não exigências gerais para instalar o Epic Games Launcher. A empresa pretende testar inicialmente o EAC Linux v2 com Fortnite e, posteriormente, disponibilizar os avanços para outros desenvolvedores. Isso pode beneficiar outros jogos multiplayer, mas não garante compatibilidade automática com todo o catálogo. Fortnite vai funcionar no Steam Deck? Ainda não existe confirmação de suporte oficial. O Steam Deck utiliza SteamOS, sistema baseado em Linux. Por isso, o anúncio naturalmente desperta interesse entre os proprietários do portátil. Entretanto, a Epic informa que o Steam Deck atualmente não oferece os recursos exigidos pela implementação planejada do Easy Anti-Cheat Linux v2. A empresa afirma que mantém conversas com a Valve e espera ampliar a compatibilidade futuramente. Portanto, não é correto concluir que o lançamento do novo launcher permitirá executar Fortnite diretamente no
Gears of War: E-Day vale a pena? Veja duração, Game Pass e requisitos

Gears of War: E-Day finalmente chegou. Lançado em 6 de outubro de 2026, o novo jogo da The Coalition leva uma das franquias mais importantes do Xbox de volta ao momento em que tudo começou. E “começo” aqui deve ser interpretado literalmente. Em vez de continuar os acontecimentos dos últimos jogos, E-Day retorna 14 anos antes do primeiro Gears of War para acompanhar Marcus Fenix e Dominic Santiago nas primeiras horas da invasão Locust. xbox.com Isso cria uma situação interessante: apesar de carregar duas décadas de história, Gears of War: E-Day pode ser justamente um dos melhores pontos de entrada para quem nunca jogou a franquia. O jogo está disponível no Xbox Series X|S e PC, além do Game Pass. Mas vale a pena começar por ele? Quanto dura a campanha? Dá para jogar com amigos? E, principalmente, faz sentido pagar pelo jogo se você já assina o serviço da Microsoft? É isso que vamos responder. O que é Gears of War: E-Day? Gears of War: E-Day é um shooter em terceira pessoa desenvolvido pela The Coalition e publicado pelo Xbox Game Studios. Ele funciona como uma prequela da série. A história acontece 14 anos antes do primeiro Gears of War, durante o Dia da Emergência, quando a Horda Locust surge das profundezas e inicia seu ataque contra a humanidade. xbox.com Marcus Fenix e Dominic “Dom” Santiago retornam como protagonistas, mas em versões mais jovens e ainda sem a experiência adquirida nos títulos posteriores. Essa escolha permite recuperar um elemento importante das origens de Gears: o horror. Os Locust ainda não são inimigos conhecidos pelos soldados. São criaturas surgindo em um mundo despreparado para enfrentá-las, e essa falta de conhecimento ajuda a construir uma atmosfera mais sombria e ameaçadora. Preciso jogar os outros Gears antes de E-Day? Não. Esse é um dos maiores argumentos a favor de E-Day para quem nunca experimentou a franquia. Como a história acontece antes do primeiro jogo, o jogador não precisa conhecer previamente a Horda Locust nem entender duas décadas de acontecimentos para acompanhar o conflito. Veteranos naturalmente perceberão referências e terão uma relação diferente com personagens cujo futuro já conhecem. Para os novatos, porém, a premissa funciona por conta própria: o mundo está sendo atacado e nem os protagonistas compreendem totalmente o inimigo que estão enfrentando. Para quem sempre teve curiosidade sobre Gears, mas não sabia por onde começar, E-Day praticamente elimina essa barreira. Onde Gears of War: E-Day está disponível? No lançamento, E-Day está disponível no Xbox Series X|S e PC, incluindo Steam e o aplicativo Xbox. Também pode ser jogado pela nuvem através do Xbox Cloud Gaming para assinantes compatíveis. XBOX Wire O título faz parte do Xbox Play Anywhere, permitindo que uma compra digital compatível no ecossistema Xbox seja utilizada no console e no PC, com progresso associado à mesma conta. xbox.com Não existe versão para Xbox One. No lançamento, também não há versão para PlayStation 5 anunciada. Gears of War: E-Day está no Game Pass? Sim. O jogo entrou no catálogo no próprio dia do lançamento para assinantes do Game Pass Ultimate e PC Game Pass. XBOX Wire Isso muda bastante a análise de custo-benefício. Quem já possui uma dessas assinaturas pode experimentar a campanha sem comprar o jogo separadamente. Para alguém que nunca jogou Gears, é uma maneira de descobrir se gosta da franquia antes de investir na compra definitiva. Como é a campanha de E-Day? O combate continua apoiado em uma das características que definiram Gears: movimentação entre coberturas, escolha do momento certo para atacar e confrontos contra inimigos agressivos. Mas E-Day não tenta simplesmente reproduzir um jogo de 2006 com gráficos melhores. A movimentação foi modernizada e ganhou mais liberdade e verticalidade. A The Coalition também introduziu novas possibilidades de deslocamento enquanto mantém o sistema de combate baseado em cobertura. XBOX Wire A atmosfera, por sua vez, ficou deliberadamente mais sombria. A própria Microsoft descreve o jogo como uma tentativa de recuperar o horror e a apreensão das origens da franquia. xbox.com Na prática, isso combina bem com a posição cronológica de E-Day: os Locust ainda são uma ameaça desconhecida, e não apenas mais um inimigo que os personagens aprenderam a combater. Quanto tempo dura Gears of War: E-Day? Aqui é importante evitar um número único. A duração varia consideravelmente conforme dificuldade, exploração e atividades paralelas. As primeiras análises independentes ilustram bem essa diferença: a GamesRadar relatou aproximadamente 16 horas incluindo conteúdo secundário, enquanto a PC Gamer registrou uma campanha superior a 20 horas em sua experiência. GamesRadar+ Portanto, tratar E-Day simplesmente como um “jogo de 15 horas” seria impreciso. Para o comprador, a conclusão mais útil é outra: E-Day oferece uma campanha substancial para um shooter narrativo, mas o tempo necessário pode mudar bastante conforme o estilo e a dificuldade escolhida. Dá para jogar a campanha em coop? Sim. A campanha pode ser jogada sozinho ou cooperativamente. Online, o suporte oficial permite reunir até quatro jogadores. xbox.com No Xbox Series X|S existe ainda tela dividida para duas pessoas, recurso cada vez menos comum em grandes lançamentos. A tela dividida é exclusiva dos consoles. xbox.com Isso amplia bastante o público de E-Day: ele funciona tanto como campanha narrativa solo quanto como experiência para atravessar a história com amigos. E-Day também tem multiplayer? Sim. E a campanha é apenas parte do pacote. O multiplayer mantém o PvP tradicional de Gears e também oferece conteúdo cooperativo. Um dos destaques é o Horde Siege, evolução do conhecido modo Horda, agora com campos de batalha maiores e confrontos contra ondas de inimigos. O Versus representa o lado competitivo, incluindo modos clássicos reformulados em formato 4 contra 4. xbox.com Isso pesa na análise de custo-benefício: para quem gosta do combate, E-Day não precisa terminar quando os créditos da campanha aparecem. Gráficos e tecnologia são destaques E-Day foi reconstruído sobre a Unreal Engine 5, que funciona como nova base técnica para a franquia. Nos consoles Xbox Series X|S, há suporte a recursos como 4K, HDR e até 60 FPS, dependendo das condições
QSSR no PS5: nova IA melhora os gráficos do console comum — veja como funciona

Quem possui o PS5 tradicional acaba de ganhar uma tecnologia gráfica que, até pouco tempo atrás, parecia depender do hardware mais poderoso do PS5 Pro. A Sony anunciou o Quick Spectral Super Resolution (QSSR), uma nova tecnologia de reconstrução de imagem por inteligência artificial desenvolvida especificamente para o PlayStation 5 padrão. Na prática, o QSSR permite que um jogo seja renderizado internamente em uma resolução menor e utilize IA para reconstruir uma imagem mais detalhada e estável na tela. A tecnologia nasceu do Project Amethyst, colaboração entre Sony e AMD voltada ao desenvolvimento de soluções gráficas baseadas em inteligência artificial. PlayStation.Blog A proposta lembra o PSSR utilizado pelo PS5 Pro e outras tecnologias de reconstrução conhecidas no mercado, como DLSS e FSR. A grande diferença é que o QSSR foi desenvolvido para funcionar dentro das limitações do hardware do PS5 lançado originalmente em 2020. E não se trata apenas de uma demonstração tecnológica: Marvel’s Wolverine e Ghost of Yōtei são os primeiros jogos a receber suporte ao QSSR, e a Sony já confirmou que disponibilizará a ferramenta para outros desenvolvedores. PlayStation.Blog Mas isso significa que o PS5 comum agora entrega gráficos de PS5 Pro? QSSR melhora FPS? Todos os jogos serão beneficiados? E títulos futuros como GTA 6 poderão aproveitar a tecnologia? É isso que vamos entender. O que é QSSR? QSSR é a sigla para Quick Spectral Super Resolution. Trata-se de uma tecnologia de upscaling e reconstrução de imagem baseada em inteligência artificial criada pela Sony Interactive Entertainment a partir do Project Amethyst, sua colaboração com a AMD para tecnologias gráficas baseadas em IA. PlayStation.Blog O objetivo é melhorar a qualidade final da imagem sem obrigar o console a renderizar todos os pixels diretamente na resolução de saída. Imagine, por exemplo, que determinado jogo produza uma cena internamente em uma resolução inferior àquela exibida pela TV. Em vez de simplesmente ampliar essa imagem utilizando métodos convencionais, o QSSR utiliza uma rede neural para ajudar a reconstruir detalhes. Segundo a Sony, isso permite melhorar tanto o nível de detalhe quanto a estabilidade da imagem, especialmente durante movimentos. PlayStation.Blog O princípio não é totalmente novo. Nvidia DLSS, AMD FSR e o próprio PSSR da Sony utilizam diferentes abordagens para enfrentar o mesmo problema: entregar uma imagem final de alta qualidade sem exigir que todos os pixels sejam renderizados diretamente na resolução final. A novidade é levar uma solução desse tipo baseada em IA também ao PS5 padrão. Por que o QSSR é importante para o PS5? Conforme os jogos ficam mais complexos, desenvolvedores precisam equilibrar três elementos importantes: resolução, qualidade gráfica e desempenho. Renderizar um jogo nativamente em resolução muito alta exige bastante da GPU. Por isso, muitos títulos oferecem diferentes modos gráficos. Um modo qualidade pode priorizar resolução, ray tracing e outros recursos visuais, enquanto um modo desempenho reduz alguns desses elementos para buscar taxas de quadros mais altas. Uma boa tecnologia de reconstrução ajuda justamente nesse equilíbrio. O desenvolvedor pode trabalhar com uma resolução interna menor e utilizar o upscaler para produzir uma imagem final mais detalhada. Quanto melhor for essa reconstrução, menor tende a ser a perda visual percebida pelo jogador. É aí que o QSSR se torna particularmente interessante. A Sony afirma que a nova tecnologia consegue oferecer melhorias perceptíveis em detalhes e estabilidade de imagem em relação às abordagens convencionais disponíveis no PS5. PlayStation.Blog QSSR e PSSR são a mesma coisa? Não. O PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution) continua sendo a solução de maior qualidade da Sony no PS5 Pro. A própria empresa o chama de seu padrão de referência para o console mais poderoso. PlayStation.Blog O QSSR é uma implementação mais leve, criada especificamente para funcionar dentro das capacidades do PS5 convencional. Para tornar isso possível, a Sony utilizou duas mudanças principais: uma arquitetura de rede neural simplificada e uma implementação ajustada para maximizar o desempenho no hardware do PS5. PlayStation.Blog Portanto, embora QSSR e PSSR compartilhem conceitos e origem tecnológica, não devemos esperar resultados idênticos. Característica QSSR PSSR Console PS5 padrão PS5 Pro Reconstrução por IA Sim Sim Melhora detalhes e estabilidade Sim Sim Otimizado para PS5 padrão Sim Não Solução de maior qualidade da Sony Não Sim Depende de implementação no jogo Sim Sim Dizer que o QSSR “transforma o PS5 em um PS5 Pro” seria incorreto. O que está acontecendo é diferente: parte da filosofia de reconstrução de imagem utilizada no console Pro está chegando, de forma adaptada, ao PS5 que milhões de jogadores já possuem. Quais jogos já têm QSSR no PS5? No lançamento, dois jogos foram oficialmente confirmados: Marvel’s Wolverine e Ghost of Yōtei. Ambos receberam atualizações em 1º de outubro de 2026 adicionando QSSR como opção gráfica no PS5 padrão. PlayStation.Blog Segundo a Insomniac Games, o recurso acrescenta maior clareza em nível de pixel e estabilidade aos ambientes de Marvel’s Wolverine, ajudando a preservar detalhes em cenários complexos. A Sucker Punch, por sua vez, destaca a capacidade do QSSR de reconstruir detalhes finos de personagens e ambientes em Ghost of Yōtei, principalmente durante movimentos. PlayStation.Blog Mais importante para o futuro é que a Sony anunciou que a biblioteca QSSR será disponibilizada amplamente aos desenvolvedores de PlayStation. Portanto, esses dois jogos representam apenas o início da tecnologia. Todo jogo de PS5 vai ganhar gráficos melhores automaticamente? Não. Essa é uma distinção importante: o QSSR não é uma atualização universal que melhora automaticamente todos os jogos instalados no PS5. Cada desenvolvedor precisa implementar suporte à tecnologia. Você não deve, portanto, atualizar o sistema e esperar que toda a sua biblioteca passe instantaneamente a apresentar gráficos diferentes. Há, porém, um aspecto promissor para a adoção. Segundo informações fornecidas pelo engenheiro Daniel Craig, da Sony Interactive Entertainment, e repercutidas pela cobertura técnica, QSSR foi pensado para facilitar a adaptação em jogos que já utilizam PSSR no PS5 Pro. Ainda são necessários ajustes específicos para cada título, mas a integração pode ser relativamente direta em determinados projetos. The Verge Isso pode facilitar sua presença em futuros lançamentos e eventualmente em jogos existentes que
