Gemini agora edita PDFs e planilhas: veja como usar de graça

O Google anunciou uma atualização importante para o Gemini: agora é possível criar, visualizar e editar PDFs, documentos, planilhas e apresentações diretamente na conversa com a inteligência artificial. A novidade, apresentada em 29 de outubro de 2026, permite corrigir textos, selecionar trechos para revisão e modificar conteúdos sem alternar constantemente entre o chatbot e outros programas. O recurso também está disponível no Brasil, inclusive para usuários de contas pessoais gratuitas. Mas existe uma diferença importante: a edição integrada de PDFs funciona no computador e no celular, enquanto documentos, planilhas e apresentações exigem a versão web nesta primeira fase. Para estudantes, profissionais e pequenos negócios, a atualização pode simplificar tarefas comuns. Entretanto, ela não significa que o Gemini substitua completamente editores especializados. Neste guia, o FoxNova explica como usar o novo editor, apresenta comandos prontos em português e mostra quais cuidados tomar antes de compartilhar arquivos importantes. Atualizado em 1º de novembro de 2026. Conteúdo baseado em comunicados oficiais do Google e cobertura especializada. O FoxNova não realizou testes próprios da funcionalidade. O que mudou no Gemini? O Gemini já conseguia gerar arquivos a partir de instruções em linguagem natural. Em abril de 2026, o Google anunciou a criação de PDFs, documentos do Word, planilhas do Excel e arquivos do Google Workspace diretamente pelo assistente. A atualização de outubro acrescentou uma etapa importante: a possibilidade de revisar e modificar o conteúdo dentro da própria interface de conversa. Antes, o usuário geralmente precisava solicitar alterações à IA ou abrir o arquivo em outro aplicativo para fazer correções manuais. Agora, é possível visualizar o conteúdo, expandi-lo para tela cheia e trabalhar nele sem sair do Gemini. O editor oferece três formas principais de interação: Edição manual: digitar alterações diretamente no conteúdo. Edição com IA: solicitar que o Gemini reescreva, organize ou ajuste partes do arquivo. Edição contextual: selecionar um trecho para pedir uma explicação ou modificação específica. A principal vantagem é combinar a rapidez da geração automática com a possibilidade de revisar o resultado. Quais arquivos o Gemini consegue criar e editar? O Google anunciou suporte a documentos, planilhas, apresentações, PDFs, arquivos de texto e código. Entretanto, a disponibilidade do novo editor varia conforme o dispositivo. Tipo de conteúdo Computador (web) Celular PDF Prévia e edição Prévia e edição Google Docs Prévia e edição Edição integrada indisponível nesta fase Google Sheets Prévia e edição Edição integrada indisponível nesta fase Apresentações Prévia e edição Edição integrada indisponível nesta fase Markdown e TXT Prévia e edição Edição integrada indisponível nesta fase Código Prévia e edição Edição integrada indisponível nesta fase Essa tabela descreve especificamente o editor integrado ao Gemini. Por exemplo, um documento pode continuar sendo modificado no aplicativo Google Docs para celular, mesmo quando a edição dentro da conversa com o Gemini está disponível apenas na web. O Gemini consegue trabalhar com Word e Excel? Sim. A geração de arquivos em formatos como DOCX e XLSX já havia sido anunciada pelo Google em abril de 2026. A nova atualização permite refinar conteúdos de documentos e planilhas nas experiências integradas compatíveis. Mas existe uma distinção essencial: gerar um DOCX ou XLSX não é o mesmo que garantir a edição perfeita de qualquer arquivo existente nesses formatos. Documentos complexos podem conter macros, fórmulas, gráficos, comentários, objetos incorporados e formatações especiais. Por isso, arquivos importantes devem ser conferidos no aplicativo em que serão utilizados. Como editar PDF no Gemini: passo a passo O processo começa com uma solicitação feita diretamente ao assistente. Não é necessário conhecer programação. Basta explicar, em português, qual arquivo deseja produzir ou modificar. Passo 1 — Abra o Gemini Acesse o site oficial: https://gemini.google.com/ Entre com sua Conta do Google. No computador, utilize um navegador atualizado. Para trabalhar com PDFs no celular, também é possível usar o aplicativo Gemini compatível. Passo 2 — Descreva o arquivo desejado Digite uma instrução indicando o formato e o objetivo. Por exemplo: “Crie um guia de estudos em PDF sobre segurança digital, com cinco tópicos, exemplos práticos e uma página final de revisão.” Uma solicitação clara facilita a organização do conteúdo e reduz a necessidade de correções posteriores. Passo 3 — Abra a prévia do arquivo Depois da geração, utilize a opção de visualização apresentada na interface. O Google informa que os arquivos podem ser expandidos para uma visualização em tela cheia. A posição dos controles pode variar conforme o dispositivo e as atualizações do serviço. Passo 4 — Faça alterações manualmente Quando a edição direta estiver disponível, você poderá selecionar o conteúdo e digitar correções. Isso é útil para ajustar títulos, corrigir nomes e modificar pequenos trechos sem solicitar uma nova versão completa. Passo 5 — Peça alterações à inteligência artificial Também é possível selecionar um trecho e solicitar uma modificação específica. Experimente: “Reescreva este parágrafo em linguagem mais simples, sem remover as informações técnicas.” O Gemini pode refinar o conteúdo selecionado. Ainda assim, confira se a alteração preservou datas, valores e outras informações importantes. Passo 6 — Revise e exporte Depois de concluir as alterações, confira o documento. Dependendo do formato, é possível baixar o arquivo, abrir o conteúdo em aplicativos do Google Workspace ou enviá-lo ao Google Drive. As opções disponíveis variam conforme o tipo de arquivo. Recomendação FoxNova: antes de compartilhar, abra a versão exportada e confira se textos, tabelas, números e formatação foram preservados corretamente. Como criar e revisar PDFs a partir de anotações Uma das aplicações mais interessantes é transformar anotações em materiais organizados. O Google demonstrou um exemplo em que fotografias de anotações manuscritas são utilizadas para produzir um guia de estudos em PDF. Imagine que você tenha fotografado algumas páginas de um caderno. Você pode enviar as imagens e solicitar: “Utilize estas anotações para criar um resumo de estudos em PDF. Organize o conteúdo por assunto, destaque os conceitos principais e inclua cinco perguntas de revisão no final.” Depois, é possível selecionar um trecho e pedir uma explicação mais detalhada ou corrigir o conteúdo manualmente. Esse fluxo pode economizar tempo na preparação de materiais de estudo. O Gemini
PowerToys 0.102: novidades e ferramentas para Windows

O Windows já oferece diversas ferramentas para organizar janelas, controlar o mouse e trabalhar com arquivos. Mas algumas tarefas ainda exigem vários cliques, ajustes manuais ou programas adicionais. É nesse espaço que entra o Microsoft PowerToys, um conjunto gratuito de utilitários criado pela própria Microsoft para ampliar as possibilidades de produtividade e personalização do sistema. A atualização PowerToys 0.102, lançada em outubro de 2026, trouxe duas novidades especialmente interessantes: o Mouse Button Lock, que permite arrastar objetos sem manter um botão do mouse pressionado, e o CursorHide, que esconde automaticamente o ponteiro em determinadas situações. O programa também recebeu melhorias no Command Palette, no Keyboard Manager, no ZoomIt e em outras ferramentas. Neste guia, você vai descobrir o que mudou, como instalar o PowerToys com segurança e quais recursos realmente podem fazer diferença na sua rotina. Atualizado em 28 de outubro de 2026. Conteúdo elaborado a partir da documentação e das notas oficiais da Microsoft. O FoxNova não realizou testes próprios de desempenho. O que é o Microsoft PowerToys? O Microsoft PowerToys é um conjunto de ferramentas gratuitas e de código aberto que adiciona funcionalidades ao Windows. Em vez de instalar vários aplicativos independentes para resolver pequenas dificuldades do dia a dia, você pode utilizar diferentes recursos reunidos em um único programa. Entre as possibilidades estão: Organizar janelas em layouts personalizados. Renomear centenas de arquivos de uma só vez. Extrair textos de imagens e capturas de tela. Identificar cores exibidas no monitor. Personalizar teclas e atalhos. Manter uma janela visível sobre as demais. Controlar determinados comportamentos do mouse. O PowerToys não substitui o Windows nem promete acelerar o computador. Seu objetivo é oferecer ferramentas adicionais para tornar tarefas específicas mais práticas. O PowerToys é gratuito? Sim. O PowerToys é distribuído gratuitamente pela Microsoft, com código-fonte disponível no GitHub. Você não precisa assinar o Microsoft 365 nem adquirir uma licença adicional para utilizar suas ferramentas. Funciona no Windows 10 e no Windows 11? O PowerToys oferece suporte a versões compatíveis do Windows 10 e do Windows 11. Entretanto, a disponibilidade de determinadas funcionalidades pode depender da versão do sistema e dos requisitos do programa. Vale lembrar que o suporte geral ao Windows 10 terminou em outubro de 2025, embora existam modalidades específicas de atualizações de segurança estendidas. Instalar o PowerToys não substitui as atualizações de segurança do Windows. O que mudou no PowerToys 0.102? A versão 0.102 foi anunciada pela Microsoft em 21 de outubro de 2026, com novidades para o mouse, a pesquisa de comandos, a captura de tela e a automação. As mudanças mais relevantes para o usuário comum são estas: Ferramenta Novidade Utilidade prática Mouse Button Lock Bloqueio virtual de botões do mouse Facilitar movimentos prolongados de arrastar e selecionar CursorHide Ocultação automática do ponteiro Reduzir distrações durante digitação e leitura Command Palette Área opcional de acesso rápido Encontrar comandos e favoritos ZoomIt Captura de tela acompanhada de ditado Produzir explicações e materiais de apoio Keyboard Manager Mais opções de remapeamento Personalizar o comportamento de teclas FancyZones Alternância de layouts durante o arraste Organizar janelas com mais flexibilidade Advanced Paste Novas possibilidades de linha de comando Automatizar tarefas de colagem A atualização também modernizou partes da interface do Color Picker e do Text Extractor. Em 27 de outubro de 2026, a Microsoft publicou a versão estável 0.102.3001.0, com correções de falhas que poderiam encerrar inesperadamente o File Locksmith e o Quick Accent. Essa era a versão estável mais recente identificada na apuração deste artigo. Versões de desenvolvimento podem apresentar numeração superior sem substituir a recomendação da edição estável para o público geral. Fonte oficial: Notas de lançamento do PowerToys no GitHub. Mouse Button Lock: arraste arquivos sem segurar o botão O Mouse Button Lock é uma das novidades mais úteis para quem realiza movimentos longos com o mouse. Normalmente, arrastar um arquivo ou selecionar um trecho extenso exige manter um botão pressionado durante toda a operação. Com a ferramenta ativada, você pode pressionar um botão habilitado por determinado tempo, soltá-lo e continuar movimentando o ponteiro. O sistema mantém virtualmente o botão pressionado até que outro clique encerre o bloqueio. Como funciona na prática? Imagine que você esteja trabalhando com um programa de edição e precise arrastar um elemento por uma grande área da tela. Com o bloqueio configurado, a sequência é: Pressionar e segurar o botão habilitado, sem movimentar o mouse, pelo tempo configurado. Soltar o botão após o bloqueio ser ativado. Movimentar o ponteiro para continuar o arraste. Pressionar um botão do mouse para encerrar o bloqueio. O recurso também pode ser útil para seleções prolongadas em aplicativos compatíveis. Como ativar o Mouse Button Lock Abra o Microsoft PowerToys. Acesse a seção de utilitários do mouse. Localize Mouse Button Lock. Ative a ferramenta. Escolha quais botões poderão ser bloqueados. Ajuste o tempo de pressionamento e o limite de movimento. Atenção: por padrão, o PowerToys habilita o bloqueio apenas para o botão direito. Isso acontece porque o Windows já possui uma função nativa chamada ClickLock para o botão esquerdo. Se desejar utilizar o recurso nativo, procure a opção Ativar ClickLock nas propriedades do mouse, no Painel de Controle. Quais são as limitações? O Mouse Button Lock não funciona necessariamente em todos os programas. Segundo a documentação da Microsoft, aplicativos que utilizam entrada exclusiva do mouse, como determinados jogos, podem não reconhecer o recurso. Também existem restrições em janelas executadas com privilégios de administrador. Nesses casos, pode ser necessário executar o próprio PowerToys como administrador, quando isso for permitido e apropriado. Outro cuidado importante é não movimentar o mouse excessivamente antes de concluir a ativação do bloqueio: ultrapassar o limite configurado pode fazer o programa interpretar a ação como um arraste convencional. Recomendação FoxNova: comece com tarefas simples e teste a configuração antes de utilizá-la em programas nos quais um movimento involuntário possa alterar arquivos ou projetos importantes. CursorHide: esconda o ponteiro enquanto digita O CursorHide, apresentado na documentação como Auto Hide Cursor, permite ocultar automaticamente o ponteiro do mouse. Você pode configurar a ferramenta para esconder o
Android vai bloquear APKs? Entenda as novas regras no Brasil

O Android começou a mudar a forma como verifica os aplicativos instalados em celulares brasileiros. Desde 30 de setembro de 2026, o Google iniciou uma nova etapa de verificação de desenvolvedores no Brasil, na Indonésia, em Singapura e na Tailândia. A medida busca dificultar a distribuição de aplicativos maliciosos por pessoas que utilizam identidades falsas ou criam novas contas para continuar espalhando ameaças. Mas a novidade também levantou uma preocupação: o Google vai impedir a instalação de arquivos APK fora da Play Store? Não. O Android continuará permitindo a instalação de aplicativos externos. O que muda é que, em determinadas situações, aplicativos de desenvolvedores não verificados poderão exigir etapas adicionais de autorização. A implementação começou por lojas participantes e dispositivos Android certificados. A expansão das exigências para outros canais de distribuição está prevista para 2027. Entenda o que já mudou no Brasil, como funciona o novo sistema e quais cuidados tomar antes de instalar um APK. Atualizado em 27 de outubro de 2026. Conteúdo elaborado com base na documentação oficial do Android e em informações públicas sobre a implementação brasileira. O Google vai bloquear a instalação de APKs? O Google não anunciou o fim da instalação de arquivos APK fora da Play Store. A nova política, chamada Android Developer Verification, estabelece mecanismos para verificar a identidade dos desenvolvedores e associar os aplicativos aos responsáveis por sua distribuição. Isso não significa que todos os programas precisarão estar disponíveis na loja oficial. Um desenvolvedor verificado poderá continuar oferecendo aplicativos em seu próprio site ou por lojas alternativas, desde que cumpra os requisitos aplicáveis. Para aplicativos de desenvolvedores não verificados, o Android oferece alternativas de instalação, incluindo um procedimento especial chamado fluxo avançado. O que é um APK? APK é a sigla de Android Package Kit, um dos formatos utilizados para distribuir e instalar aplicativos Android. Na Play Store, a instalação normalmente acontece sem que o usuário precise lidar diretamente com esse arquivo. Entretanto, também é possível baixar aplicativos de sites oficiais, repositórios independentes e lojas alternativas. Essa instalação externa é conhecida como sideloading. O recurso é útil para aplicativos independentes, versões de teste e programas que não estão disponíveis na loja do Google. Ao mesmo tempo, arquivos obtidos de fontes desconhecidas podem representar riscos de segurança. A nova verificação procura acrescentar uma camada de proteção a esse processo. O que mudou no Android em setembro de 2026? Em 30 de setembro de 2026, o Google iniciou a aplicação das novas proteções em quatro países: Brasil; Indonésia; Singapura; Tailândia. A primeira fase envolve instalações realizadas por lojas participantes em dispositivos Android certificados com Android 7 ou versões posteriores. Essa distinção é importante: a mudança não passou a bloquear imediatamente todos os arquivos APK baixados diretamente da internet. Segundo a documentação oficial, o prazo inicial de setembro se aplica às lojas participantes. Outros canais de distribuição serão abrangidos conforme a expansão do programa. Quais lojas participam da primeira fase? Loja Empresa ou ecossistema Google Play Google Galaxy Store Samsung GetApps Xiaomi HONOR App Market HONOR OPPO App Market OPlus Palm Store Transsion V-Appstore vivo, fabricante de smartphones A V-Appstore pertence ao ecossistema da fabricante de celulares vivo e não deve ser confundida com a operadora brasileira Vivo. Para aplicativos distribuídos diretamente por sites ou por lojas não participantes, o Google informa que a experiência de instalação não mudou automaticamente em setembro de 2026. A ampliação das exigências está prevista para 2027. Desenvolvedor verificado significa aplicativo seguro? Não necessariamente. A verificação de desenvolvedores procura identificar quem é responsável pela distribuição de determinado aplicativo. Isso pode dificultar a atuação de pessoas que tentam escapar de bloqueios criando novas identidades. Entretanto, um desenvolvedor verificado ainda pode distribuir um aplicativo com falhas ou vulnerabilidades. Da mesma forma, um desenvolvedor não verificado não é automaticamente malicioso. Projetos independentes, aplicativos experimentais e programas de código aberto podem utilizar diferentes modalidades de distribuição. A verificação deve ser entendida como uma proteção adicional, não como uma garantia absoluta de segurança. Ainda será possível instalar aplicativos fora da Play Store? Sim. O Android mantém diferentes caminhos para a instalação de aplicativos externos. Os três principais cenários são: Aplicativo de desenvolvedor verificado: pode ser distribuído por lojas alternativas ou sites próprios, respeitando as condições aplicáveis. Aplicativo de desenvolvedor não verificado: poderá exigir o fluxo avançado quando estiver sujeito às novas verificações. Instalação por ADB: continua disponível como ferramenta técnica, sem a espera de 24 horas do fluxo avançado. O caminho necessário depende da origem do aplicativo, do dispositivo e da fase de implementação das regras. Aplicativos de desenvolvedores verificados Para aplicativos devidamente registrados, a instalação pode continuar semelhante à experiência tradicional. O registro não obriga o desenvolvedor a publicar exclusivamente na Google Play Store. Isso preserva a possibilidade de distribuir programas por outros canais. Aplicativos de desenvolvedores não verificados Quando as novas exigências se aplicam, um aplicativo não registrado pode precisar de autorização por meio do fluxo avançado. Esse procedimento foi criado para permitir que usuários continuem instalando aplicativos de desenvolvedores não verificados, com verificações adicionais de segurança. Instalação por ADB O Android Debug Bridge, ou ADB, permite que um computador se comunique com um dispositivo Android para executar tarefas de desenvolvimento, diagnóstico e instalação. O Google informa que o funcionamento do ADB permanece disponível e que o período de espera do fluxo avançado não se aplica a esse método. Entretanto, o ADB exige conhecimento técnico e não deve ser tratado como a alternativa mais simples para usuários comuns. Como funciona o fluxo avançado para instalar APKs? O fluxo avançado foi desenvolvido para reduzir golpes nos quais criminosos pressionam uma vítima a instalar aplicativos perigosos. O procedimento inclui verificações que dificultam decisões tomadas sob urgência ou orientação de terceiros. Segundo o Google, o processo envolve seis etapas principais. 1. Ativar as opções de desenvolvedor O usuário precisa acessar as configurações do Android e habilitar as opções de desenvolvedor. Essa exigência torna o procedimento menos suscetível a ativações acidentais. 2. Confirmar que compreende os riscos O sistema apresenta avisos e verificações destinados a identificar
Apple HomeView: preço, funções e lançamento no Brasil

A Apple apresentou nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, o Apple HomeView, uma central para casa inteligente com tela de 7 polegadas, inteligência artificial, chamadas FaceTime e controle de dispositivos conectados. Com preço inicial de US$ 299 nos Estados Unidos, o aparelho foi desenvolvido para ocupar um espaço fixo na residência, seja sobre uma mesa, seja instalado na parede. A proposta é reunir em uma única tela funções que hoje dependem de diferentes aplicativos e acessórios. O HomeView também estreia a nova Siri AI, capaz de manter conversas mais naturais, reconhecer informações exibidas na tela e oferecer respostas personalizadas quando conectada a dispositivos Apple compatíveis. Mas há duas limitações importantes para os brasileiros: a Apple ainda não anunciou o lançamento do HomeView no Brasil, e a Siri AI do dispositivo não tem suporte confirmado ao português brasileiro. Antes de considerar uma importação, vale entender o que o aparelho realmente oferece, quais funções exigem outros produtos Apple e como ele se compara a alternativas como o Amazon Echo Show. O que é o Apple HomeView? O Apple HomeView é uma central doméstica com tela sensível ao toque, câmera, alto-falantes e integração com os serviços da Apple. Ele foi pensado para permanecer em ambientes como cozinha, sala, quarto ou corredor, permitindo que diferentes integrantes da família utilizem o mesmo dispositivo. Entre suas funções anunciadas estão: Controlar acessórios de casa inteligente, como luzes e fechaduras. Visualizar câmeras de segurança. Fazer chamadas FaceTime. Reproduzir músicas, podcasts e vídeos compatíveis. Consultar calendário, lembretes e mensagens. Exibir fotografias, widgets e informações do cotidiano. Utilizar a Siri AI para consultas e comandos de voz. Diferentemente de um iPad, o HomeView não foi apresentado como um tablet portátil de uso geral. Sua principal função é centralizar serviços e controles que a família utiliza dentro de casa, sem exigir que cada pessoa procure o próprio smartphone para realizar tarefas simples. Apple HomeView: preço e data de lançamento A Apple anunciou duas versões do HomeView: uma com base para mesas e bancadas e outra desenvolvida para instalação na parede. As duas custam a partir de US$ 299 nos Estados Unidos. Característica Apple HomeView Tela Liquid Retina de 7 polegadas Processador Apple A18 Assistente Siri AI Câmera FaceTime com Palco Central Reconhecimento facial Até seis pessoas Casa inteligente Apple Home e Matter Versões Mesa e parede Preço nos EUA US$ 299 Pré-venda inicial 13 de outubro de 2026 Disponibilidade inicial 13 de novembro de 2026 Lançamento no Brasil Não anunciado A pré-venda começou em 13 de outubro nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Índia e Nova Zelândia. Outros mercados possuem calendários próprios. No modelo de parede, há ainda opções de suportes da Schneider Home vendidos separadamente. Nos Estados Unidos, os acessórios anunciados partem de US$ 59,95. O preço de US$ 299 não deve ser interpretado como valor brasileiro. Uma eventual comercialização nacional dependerá de impostos, câmbio, distribuição e política comercial da Apple. Qual é a diferença entre as versões de mesa e parede? A versão de mesa possui uma tela conectada a uma base curva com alto-falante, utilizando uma dobradiça ajustável. Ela pode ficar sobre um balcão de cozinha, criado-mudo ou mesa lateral. Já a versão de parede foi projetada para locais como corredores e entradas, onde a central pode ser acessada por diferentes pessoas sem ocupar uma superfície. As duas compartilham a proposta principal do produto. A escolha depende sobretudo do ambiente, da instalação elétrica e de como a família pretende interagir com a tela. A versão de mesa está prevista nas cores prateado, estelar, rosa e cinza-espacial. A versão de parede foi anunciada em prateado e cinza-espacial. Como funciona a nova Siri AI no HomeView? A Siri AI é um dos principais argumentos de venda do HomeView. Segundo a Apple, a assistente foi desenvolvida para manter conversas mais naturais, responder perguntas complexas e compreender o conteúdo apresentado na tela. Isso permite imaginar usos cotidianos como consultar compromissos, organizar atividades familiares, buscar uma receita ou controlar acessórios domésticos por voz. A proposta vai além de comandos isolados, como acender uma lâmpada ou iniciar uma música. Entretanto, nem todas as funções da Siri AI operam da mesma maneira. O HomeView possui recursos conversacionais próprios, mas as respostas que utilizam informações pessoais de aplicativos, como Calendário e Mensagens, dependem de um iPhone ou iPad emparelhado com Apple Intelligence ativada e configurada corretamente. Portanto, comprar apenas o HomeView não garante acesso a todas as experiências demonstradas pela Apple. A Siri AI do HomeView funciona em português? Até o anúncio de 13 de outubro de 2026, a Apple não confirmou suporte ao português brasileiro para a Siri AI no HomeView. O lançamento da assistente no dispositivo contempla inicialmente o inglês em mercados selecionados. A empresa também anunciou a chegada futura do francês canadense. Isso é especialmente relevante porque a interação por voz é uma parte central da proposta. Mesmo que um aparelho importado possa ser configurado em determinadas condições, não se deve presumir que seus recursos funcionarão em português ou que todos os serviços estarão disponíveis no Brasil. Para conhecer outras aplicações práticas da inteligência artificial, confira também nossa seleção de ferramentas de inteligência artificial gratuitas. Reconhecimento facial: uma central personalizada para a família Um dos diferenciais anunciados do HomeView é a capacidade de reconhecer o rosto de até seis pessoas. A ideia é que cada integrante encontre uma tela inicial com seus próprios aplicativos, widgets e informações. Assim, um aparelho compartilhado pode apresentar compromissos, lembretes e conteúdos diferentes conforme a pessoa que está diante dele. Essa personalização resolve uma dificuldade comum das telas inteligentes: conciliar o uso coletivo com informações individuais. Mas a Apple também impôs restrições de privacidade. Para exibir determinados conteúdos pessoais, como informações de Mensagens e Calendário, o HomeView exige que o usuário seja reconhecido e que seu iPhone ou iPad emparelhado esteja presente e tenha sido desbloqueado recentemente. O benefício é reduzir a exposição de dados privados em um aparelho acessível a visitantes e outros moradores. A contrapartida é depender de configurações e dispositivos adicionais. HomeView
